Posts marcados diretores

Filmes

Caça às bruxas, Dominic Sena (0/5)

It’s kind of a funny story, Anna Boden e Ryan Fleck (2.5/5)

Catfish, Henry Joost e Ariel Schulman (3/5)

Ervas daninhas*, Alain Resnais (5/5)

Filme socialismo, Jean-Luc Godard (5/5)

Histórias de amor duram apenas 90 minutos, Paulo Halm (2/5)

Stella, Sylvie Verheyde (2.5/5)

Badlands, Terrence Malick (4/5)

Days of heaven, Terrence Malick (4/5)

O mundo odeia-me, Ida Lupino (4/5)

Rede de intrigas, Sidney Lumet (5/5)

Quando você viu seu pai pela última vez, Anand Tucker (2/5)

Jack goes boating, Philip Seymour Hoffman (2/5)

O sentido da vida*, Terry Jones (3.5/5)

Breves entrevistas com homens hediondos, John Krasinski (0/5)

O discurso do rei, Tom Hooper (2.5/5)

Blue valentine*, Derek Cianfrance (4/5)

Directed by John Ford, Peter Bogdanovich (3/5)

Ricardo III – um ensaio*, Al Pacino (3/5)

Procedimento operacional padrão*, Errol Morris (2/5)

Bonequinha de luxo*, Blake Edwards (4/5)

127 horas, Danny Boyle (2/5)

O espantalho, Jerry Schatzberg (5/5)

Vengeance, Johnnie To (4/5)

A erva do rato*, Júlio Bressane (3/5)

Peças

Anticlássico, Alessandra Colasanti (3/5)

À meia-noite um solo de sax na minha cabeça, Mário Bortolotto (3/5)

Livros

Diálogos, Gilles Deleuze (4/5)

The zoo story, Edward Albee (5/5)

Cachalote, Daniel Galera e Rafael Coutinho (3/5)

* Revistos/relidos

Pois sim: abro a série com o trecho final de Husbands, de Cassevetes. Nesse mesmo filme poderia citar três ou quatro cenas responsáveis por me colocar em posição fetal, imprestável para o mundo, digno de pena, mas fico com essa, que é uma síntese do filme, e que é uma síntese da vida, e que é uma síntese de como é difícil para os homens, mas não só, voltarem para casa e para todas as implicações que a casa reserva.

Nota desnecessária: fora de contexto a cena não tem o peso devido, e sendo assim você imaginará que eu tenho qualquer tipo de inclinação ao melodrama barato, e imaginará, sobretudo, que há outras cenas, e outros filmes, mais desoladores do que esse, afinal essa ceninha aqui não é lá muito arrebatadora, sabe.

Assista ao filme, tá.

                                                                                                                                                                     Foto: Luiz Päetow

1. Rebú

2. O ovo e a Galinha

3. Corte Seco

4. In On It

5. O Ruído Branco da Palavra Noite

6. Side Man

7. Policarpo Quaresma

8. Abracadabra

9. Escuro*

10. Anatomia Frozen*

11. Música para Ninar Dinossauros

Montagens superestimadas: Macbeth; Kastelo; Cinema.

Dramaturgia austera e algo rarefeita, mas sem o peso que acredita ter: H.A.M.L.E.T.

Grandes atores em montagens (e dramaturgias) sofríveis: Simplesmente Eu, Clarice Lispector; Um Navio no Espaço ou Ana Cristina Cesar; A Grande Volta.

Pois é: há outro punhado de montagens que não figuram em parte alguma (fora as que eu esqueci). E eu até queria ressaltar a importância da adaptação do vovô Dostoiévski (O Idiota – Uma novela teatral) para o palco, mas só tive força e coragem para enfrentar a terceira e última parte, que é bem agradável, decerto.

* Lista do segundo semestre de 2009; lista do primeiro semestre de 2010 (reestréias)

P.S.: Não há ordem classificatória nessa ou nas demais listas, ok? Ok.